Eu tinha descoberto qual era o meu idioma preferido, era a música.
Isso, poderia ser estranho para alguns, por que como alguém poderia amar tanto algo que era abstrato?
Mas eu sabia que quanto mais os dias passavam eu a amava mais.
Ela era a lembrança de que as pessoas ainda podiam falar (cantar) o que pensavam sem ser criticadas.
E também de que Deus realmente existia e nos tinha deixado mais uma maravilha.
Era a única coisa que eu tinha uma motivação para amar, pois quando eu quizesse, saberia que a teria alí, me esperando.
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